Angola é um dos países africanos que possui também um sistema de saúde que alberga poucas condições, diariamente a malária mata mais de 2 crianças nos hospitais nacionais, há registro de óbitos todos os dias no país.
É um país que quase nada é investido no sistema de saúde, desde o final da guerra civil em 2002, muitas infraestruras hospitalares foram abandonadas e destruídas pela guerra, até aqui poucos hospitais foram construidos em algumas localidades quase que, nada ainda foi feito para melhorar o sistema sanitário dos aldões é facto de muitas pessoas nestas localidades recorrem aos cuidados médicos tradicionais e medicamentos tradicionais( raizes das árvores), porque ainda não tenhem a confiança no sistema sanitário do país.
Face a corrida dos governantes, ministros, deputados e seus filhos, o presidente da República de Angola e seus familiares irem cuidar da sua saúde no exterior, enquanto que muitas crianças diariamente morrem de paludismo, malária, cólera, dengue, catolotolo entre outras doenças que o país não consegue erradicar.
A ministra da saúde a senhora Sílvia Paula Valentín Lutucuta e primeira dama da Republica fizeram seus tratamentos e cuidados médicos em Portugal e Espanha, segundo informações que circulavam na internet dizia que ministra da saúde foi operada num dos hospitais de Lisboa enquanto que primeira dama da República de Angola a senhora Ana Dias Lourenço esteve internada no Reino da Espanha numa das maiores clínicas daquele país, este caso espantou os populares, uma vez que os hospitais estão sem medicamentos, eles como os únicos encarregados de cuidar do sistema de saúde do país, que qualquer momento pode se decretar falência total, estes vão fazer seus cuidados médicos fora do país gastando somas avultadas de valores que podia ser investido no sistema de saúde de saúde nacional, muitos populares tenhem dito isto pela internet.
Com o pouco investimento na saúde, Angola ainda é um país que carece de profissionais na saúde, de tempo em tempo grande indice de carências de médicos tem se registrado nas unidades hospitalares do país, é a razão pela qual o país está sempre importando médicos cubanos, isto engloba também as relações políticas desde o fim da guerra civil angolana, e pela Cuba ser considerado um dos países da América Latina com a melhor formação em termos medicinais.
A falta de laboratórios nos hospitais do país é uma realidade contribui para que Angola seja um país onde a malária, o paludismo e outras doenças não dão trégua as poluções locais.
Em muitas cidades do país ainda regristra se grandes a montoações de lixo, residuos sólidos entre outros, é uma questão de saneamento básico como a destribuição de água potável, energia estável, recolha de lixo e urbanização para as famílias ainda é um grande problema que as autoridades nacionais não estão a conseguir dar respostas, além do mais as crianças dos 0 aos 5 anos de idade têem sofrido com as picadas dos mosquitos.
Diariamente mais de dois(2) óbitos é registrado no país, como é o caso do cemitério municipal da província da Huíla no Lubango, diariamente são 8 funerais que dão entrada naquele cemitério no bairro do Nambambi (Mutundo).
Por outra o país tem muita gente que especializou-se na saúde, pelo que não consegue ingressar no ministério da saúde atravéz dos concursos públicos, que acredita se, serem concursos públicos viciados ou que tem envolvido esquemas e escandalos de corrupção.
Desde o governo cessante até o actual governo, Angola não têm um sistema de saúde que possa ajudar os angolanos no combate as pandemias e endemias, como aconteceu na época da Covid-19, onde o país teve que exportar as amostras de sangue para a Africa do Sul e despois ter de esperar de 4 á 5 dias para obtiver os resultados das amostras de sangue enviada para a Africa do Sul, se o resultado dos pacientes infectados pelo novo coronavírus deu positivo ou negativo.
Muitas pessoas tem imigrado para a vizinha Namíbia a procura de melhores condições de vida e saúde. Porque o país não proporciona isso aos seus cidadãos, quase que em Angola as pessoas não confiam no sistema de saúde e nem nos estudantes que terminaram o curso nesta área do saber, isto acontece porque os lider tenhem seus médicos fora do território nacional e é para lá onde eles vão cuidar da sua saúde e dos seus familiares caso estejam doentes, países como o Brasil, Portugal, Espanha, França, Alemanha entre outros são os mais escolhidos pelos políticos angolanos, isto segundo as informações que tem passado pela internet e nos meios de comunicação social.
Os hospitais nacionais estão quase sem medicamentos, e o sistema de atendimento ao público é ainda burocrático, não possui as mínimas condições necessárias para o atendimento ao público.
Com uma população pobre e fragilizada, com o sistema de saúde precário e uma educação fraca em termos de formação de profissionais de cuidados médicos. Angola segundo o programa das nações unidas para o desenvolvimento (PNUD) no dia 19.09.2021 disse que os angolanos estão cada vez mais pobre e vivem pouco tempo de vida sem conseguir atingir os 70 anos.
Angola por possuir um sistema sanitário que é necessário criar condições que garante a estabilidade dos profissionais e cuidados médicos aos cidadãos, muitos países do resto do mundo tenhem doado bens alimentares, medicamentos para ajudar no combate às doenças, desnutrição, a fome e a pobreza.
Em 24. 08.2021 a embaixada dos EUA em Luanda anunciou que entregou 586.170 dose de vacinas contra a Covid-19 ao governo angolano, no dia 20.06.2023 a embaixada norteamericana em Angola deu cerca de 116 milhões de dolares nortemaricano para ajudar os mais necessitados e carenciados refugiados dos países africanos, incluindo também Angola, para a reabilitação das infraestruturas hospitalares e apoios sociais.
CONCLUSÃO
O sistema hospitalar de Angola não podemos considerar como um sistema sanitário de qualidade, por não garantir estabilidade e segurança as populações, pelos desvios de medicamentos e fundos destinados ao sector, por não garantir as condições necessárias aos profissionais que exercem a função nos hospitais e postos médicos no país, por importar médicos cubanos e de outras partes do mundo, gerando assim um clima de desconfiança dos profissionais que saiem das escolas e universidade nacionais de saúde, por ainda muitas pessoas abandonarem os cuidados médicos nacionais para irem fazer seus tratamentos médicos fora do país.


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