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quinta-feira, 27 de abril de 2023

A Insegurança Alimentar em Angola



A Insegurança Alimentar: É um fenómeno que ocorre quando um indivíduo, não tem meios económicos para satisfazer as suas necessidades básicas(Alimentação), ao invés desta pessoa se alimentar com alimentos que possuem vitaminas e nutrientes, ele ingere apenas quantidades de alimentos sem qualidades.

A INSEGURANÇA ALIMENTAR EM ANGOLA

Angola, é um país que está localizado na África subsariana, é também um dos países que, quase a sua economia depende do petróleo, exporta o petróleo para o exterior para ganhar receitas.

Sectores como a agricultura não se faz sentir, só a agricultura doméstica ou familiar. A maior parte dos produtos de consumo o país importa, apenas o petróleo é  único produto que o país exporta para o mercado de Londres e para o resto do mundo.

A China, também se tornou um dos maiores compradores destes produtos através do Sr. Sam Pam, através das cooperações que ele manteve com o Senhor Manuel Vincente, a SONANGOL é a maior empresa do ramo petrolífero do país, Sam Pam foi um grande corredor para a entrada dos chineses no país e para Angola se tornar um dos maiores devedores e exportador de petróleo para o mercado chinês.

Actualmente a educação em Angola quase que é ignorada, o governo não presta muita atenção na educação, um dos sectores chaves que poderia alavancar a economia do país, as consultas públicas não se fazem sentir.

Quase que o governo faz as suas políticas económicas, num gabinete fechado sem consultar a população e os jovens estudantes do ramo económico e agronomia.

Com a descida do barril do petróleo no mercado internaciol, um dos produtos que mais o país exporta e importa os seus derrivados, cresceu também a fome e a miséria no seio das populações locais, que já se encontravam numa condição precária, sobrevivendo apenas, com menos de um 1 dólar por dia.

A maioria da juventude devido as condições de vida díficil e que não possuem, largaram a Escola e a Universidade para tentar a vida com os táxis, quase que ninguém dá a mínima importância no perigo que as pessoas  correm se os alimentos que entram no país não forem especionados e passarem por uma boa análise.

Com o aumento da taxa de natalidade, o governo não consegue estabilizar a economia do país, está o tempo todo contraído empréstimos, falta também a atenção que as autoridades governamentais não dão a população mais carecidas, e especialmente o jovem que está se formando é um dos factores que fez estagnar este país africano.

Por falta de segurança e fiscalização nos portos, muitos produtos caducados tem entrado no país, até as datas também chegam a ser falsificadas ou adulteradas,  pelos vendedores apenas para obter o lucro fácil, o SIC e a ANIESA órgão que velam pela segurança do cidadão e a alimentação, tem descobertos muitos casos destes produtos caducados em armazéns e estabelecimentos comerciais de cidadão nacionais e estrangeiros que operam nos mercados nacionais vendendo produtos da sexta básica como:


 Arroz, Fuba, Massa, Óleo, Marinha de Trigo, Conservas entre vários produtos que já caducaram mais estes vendedores não retiram das sua partuleiras, o sector laboratórial também foi esquecido, quase que o país não tem laboratórios para especionar a alimentação que dia após dia no território.

A fome, e a pobreza são um dos factores que fizeram com que o país chegasse a esse ponto extremo de insegurança alimentar, Angola têm terras fértil para a agricultura e industrialização, mais a falta de atenção nesse sector, jogou todo este país que já se encontra em crise económica desde 2014 numa na insegurança alimentar.

A Esperança Média de vida em Angola também diminui drasticamente é um dos factores que fez com que os jovens, tenhem saído as ruas exigindo que o governo melhore os sectores chaves como: A educação e a saúde, também que se aposte numa economia de mercado, para diversificação da economia.

E numa fiscalização alimentar, que garanta mais anos de vida dos angolanos. A alimentação em Angola precisa se de melhorar muito, pós muita gente no país tem  reclamado que as doenças que existe em Angola foram exportadas através dos alimentos que não  são especionados nos portos antes mesmo de chegar ao prato do consuimidor, estas doenças são: 

_Diabete; 
_Infertilidade;
_Excesso de dor no estômago através do óleo alimentar.

Há quem diz que os líderes de Angola não amam seu povo, e se acontecer alguma coisa com eles pouco se importam, uma situação triste e lamentável foi o caso que aconteceu em Luanda onde:

Oito cidadãos de nacionalidade chinesa, incluindo os proprietários de uma fábrica de biscoitos em Cacuaco, Luanda, colocaram em circulação dezenas de caixas de bolachas e bang-bang  produzidos com farinha de trigo deteriorada ( caducada), e o SIC alertou as populações de Luanda para não consumirem este produto.

O Porta-voz  geral do Serviço de Investigação Criminal (SIC), Manuel Halaiwa, disse ao Novo Jornal que o SIC, com outros órgãos que velam pela protecção dos direitos dos consumidores e da saúde pública:
 Vai trabalhar nos próximos dias para retirar dos mercados de Luanda estes produtos impróprios para consumo humano". 

Manuel Halaiwa explicou ainda que  os chineses, com as idades compreendidas entre os 26 e os 51 anos, são proprietários da empresa Ascendas Comércio e Indústria, que está localizada na via Expressa, em Cacuaco.

E foram apanhados em flagrante no estabelecimento com mais de 200 sacos de arroz de 25 kg e 10 sacos de farinha de trigo de 50 kg deteriorados, 50 caixas de bolachas e 130 embalagens de bang-bang (biscoitos) com rótulos e datas de caducidade adulteradas, que já foram apreendidos.


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