A taxa de câmbio: É o preço pelo qual se compra em moeda nacional uma moeda estrageira, como também pode ser o valor que a moeda estrangeira está a custar no mercado nacional.
RESTO DO MUNDO
O mundo tem a necessidade de fazer trocas comerciais com vários agentes não residentes num determinado local.
Actividade Económica: São aquelas que os agentes económicos locais e os agentes económicos que residem no exterior fazem a troca de bens e serviços para a satisfação de suas necessidades.
Actividade comercial também conhecidas como actividade económica, tem vindo a aumentar devido as novas tecnologias introduzidas no sector económico.
*Os agentes económicos (Família,Empresas, Indivíduos) tenhem adoptado novos métodos para tirarem o maior aproveito do mercado.
*As Famílias: Consumir bens e serviços;
*Empresas: Produzem os bens e criam empregos para os cidadãos.
*Indivíduos: São aqueles que vendem a sua força de trabalho, sua capacidade intelectual para trabalhar para as empresa em troca de um salário.
Como a economia de mercado acentua se principalmente no lucro, este é o móbil deste tipo de economia, muitos tendem a desrespeitar as regras do mercado em que o próprio Estado esta submetido e todos os agentes económicos que participam nessa actividade.
Com a internet e o sistema interbancário, diversificado, muitos países hoje fazem as trocas comerciais e anúncios via online, e milhares de dólar e euro transitam em fracções de segundo de um ponto do globo terrestre para outro, é o que nós chamamos de mundialização e globalização.
O estado deve abrir uma sessão para que empresas multinacionais operam e concorrem com outras empresas dentro do território nacional, mais deve fixar regras que devem ser cumpridas, porque economia de mercado, chega a ser uma economia que não se respeita as regras do mercado, a concorrência é por vezes desleal, as externalidades causada contra o meio ambiente são ignoradas desrespeitadas pelas grandes empresas.
EXTERNALIDADES CAUSADAS
AO MEIO AMBIENTE
*Poluição dos rios: Temos um dos rios mais sujos do mundo, esta localizado na Índia, é o rio Yamuna, empresas, agentes económicos, agentes consumidores usam o rio como um aterro sanitário, resíduos, tintas, restos fecais, latas, plásticos e muito mais, são jogados ali no rio desrespeitando assim o bem vida que vive próximo do rio e que tem usado o próprio rio para poder sobreviver, consumir a água, lavar e praticar os seus cultos de adoração aos seus deuses.
Analistas que estiveram ali nesta região da Índia, onde se localiza o rio só encontraram mais fezes humanas, e resíduos industriais do que água.
Fumos indústrias: As indústrias de aço elas poluem o meio ambiente, os agentes económicos que se encontram dentro dessas empresas por vezes não respeitam as consequências que isto pode gerar ao ambiente e ao ser humano que vive próximo dessas industrias.
Chuvas ácidas e danificação dos solos: Como o móbil da economia de mercado é o lucro e as regras do mercado fixada pelo estado são quebradas, os solos também são danificados com as pesticidas lançadas para matar os microorganismo destruidores de plantas e para que as plantas se desenvolvam mais rápido, está acção acaba por matar todo o microorganismo do solo e as propriedades que o solo apresenta.
Muitas culturas, são danificadas porque o mercado esta sempre a pedir mais e mais, e as famílias querem consumir o mais depressa, alimentos com muita pesticidas chega no dia a dia para a mesa das famílias, e estes agentes económicos não se responsabilizam pelos danos prejudiciais que isto pode causar ao ser humano.
Os camponeses, os comerciantes locais de uma região podem ser empurrados para fora do mercado devido a concorrência desleal que estas empresas multinacionais usam nas suas actividades comerciais. Caso um país não fixa bem as suas regras comerciais, é o mercado local que fica sem espaço para o vendedor local se estabilizar e poder concorrer e participar desta actividade.
Neste tipo de economia ou economia de mercado usa se quase tudo para a obtenção do lucro, destruir a concorrência com os pequenos comerciantes, dando origem ao surgimento de oligopólio e monopólio. É o exemplo de muitos países hoje estarem mais saturados os seus mercados com produtos industriais de multinacionais do que produtos nacionais e locais.
Este tipo de economia procura também, controlar o governo local de um país e o mercado interno.
CONDIÇÕES DE HIGIENE
Por vezes as condições de higiene do local onde se produzem os bens e serviços não são respeitados, nos mercados e nos locais onde estes agentes económicos operam, é o exemplo que temos registrado em Angola, muitos produtores e vendedores internacionais produzirem bens em locais impróprios, os estados devem ter um grande papel nesta economia de mercado surgindo como fiscalizador, dinamizador, aplicar a equidade, a eficiência e o enquadramento legal.
FUNÇÃO DO ESTADO
Enquadramento legal: O estado deve fixar as regras em que os agentes económicos vão ter de respeitar para participar na actividade económica local.
Eficiência: O estado deve entrar na economia quando as empresas, os agentes económicos e as multinacionais, querem monopolizar o mercado.
A Equidade: O estado deve se preocupar em redistribuir, os recursos e as rendas necessárias para as populações locais de modo a combater a fome e a pobreza.
Estabilidade: O estado deve se preocupar com as necessidade das populações como o combate a inflação e o desemprego.
Fiscalizador: O estado deve controlar a actividade económica, o respeito as regras de higiene do local comercial dos agentes e velar sempre se as regras do mercado são respeitadas por estes mesmo agentes económicos.
Não é a função das multinacionais satisfazerem as necessidades populacionais, cabe aos estados locais onde as empresas multinacionais e os agentes económicos operam, o estado deve estar atento se essas empresas cumprem com as normas exigidas.
VANTAGENS DA ECONOMIA DE
MERCADO
*Mais bens de consumo para as famílias e populações locais;
*Emprego para as populações locais;
* Preços baixos de bens e serviços;
*Surgimento de novos mercados locais e externos.
DESVANTAGENS
* Poluição do meio ambiente;
*Poluição sonora devido as fábricas próximas a locais urbanos;
*Exploração dos mais vulneráveis;
*Salários baixos;
*Regras do mercado são quebradas;
*Concorrência desleal;
*Surgimento de monopólio e oligopólio no país;
*Desemprego;
*Aumento de impostos;
*Inflação dos preços dos bens;
*Controlo do mercado nacional e internacional.
Estas são algumas das desvantagens da economia do mercado.
A economia de mercado: É aquela que consiste na livre iniciativa de negócio, no empreendimento privado, cujo as regras são ditadas pela lei do mercado( procura e a oferta). Neste tipo de economia o estado assume uma presença menor.
O ponto móbil deste tipo de economia é o acesso rápido ao lucro, cujo algumas regras do mercado por vezes não são respeitadas, porque a característica desta economia é a propriedade privada, e o lucro por quaisquer meio.
Este tipo de economia reascendeu no século XIX com o processo da aceleração industrial na Inglaterra, com a descoberta da máquina a vapor, o processo de produção aumentou significativamente, aumentando assim a capacidade de se criar um mercado mundial de exportação e importação de produtos.
A BURGUÊSIA IDADE MÉDIA
EUROPA
Com o crescimento industrial na Inglaterra, houve a necessidade de se criar mercados locais( Mercado interno) para a venda desses produtos vindo da industria inglesa, foi então o início do: Mercado interno e externo.
Muitos dos produtos industriais saidos da Inglaterra, eram colocados em outros países europeus( Mercados externo) esses países temos: Portugal, França, Espanha, Bélgica, Rússia e Turquia entre outros países.
A exploração de carvão na Inglaterra desempenhou um papel importante na expansão de várias indústria por toda a Europa, como a indústria de ferro, estanho, vidro, sabão, construção civil e naval, especialmente na Inglaterra onde foi descoberta a industrialização que impulsou este tipo de economia.
EXPLORAÇÃO DOS POVOS
A burguesia mercantilista ou os grupos de indivíduos que controlava o mercado inglês, dispunha de melhores condições económicas e sociais antes do início da exploração colonial, permitiu a burguesia inglesas tirar muita vantagem da exploração contra os outros povos colonizados.
A burguesia inglesa participou em todos os empreendimentos coloniais na África, Ásia e na América. Contava também com uma frota marítima muito forte que arrebatou o domínio dos mares controlados pelos espanhóis e portugueses.
Os piratas ingleses capturavam os barcos vindo de outros pontos do globo com mercadorias, prata, ouro, jóias pilhadas das colónias africanas, asiáticas (Índia) e escravos que posteriormente eram vendidos nos mercados europeus, isto gerou uma grande renda económica por toda a Inglaterra, e para outros países da Europa como a França e Bélgica.
AS MONARQUIAS
A Europa Feudal trouxe um grande entrave na economia de mercado, devido o medo que a coroa teve ao ver o crescimento económico dos mercantilistas e burgueses europeus, através do comércio que eles faziam com os países colonizados.
A coroa tornou se ditatorial e absolutista( todas as regras e leis passou a tomar as decisões do estado sozinho, sem consultar ninguém), implementou impostos e leis arbitrárias que impediu por vários anos esta economia de mercado na Europa em 1640.
A REVOLUÇÃO INGLESA E
FRANCESA
A burguesia sentiu que o crescimento económico estivera decaído então decidiu combater este tipo de conduta arbitrária adoptada pela Coroa.
Na França, a "Revolução Francesa" trouxe uma grande mudança nessa economia, como também trouxe direitos fundamentais que se repercutiu na vida social, política, económica e cultural de vários países do mundo como: A igualdade, liberdade e fraternidade.
Muitos estados com estes conceitos de liberdade, igualdade, e fraternidade lutaram para o alcance das suas independência, como foi o caso dos países da América Latina, EUA, Canadá, e os países africanos no alcance das suas independências.
Nesses países a liberdade ou independência politica que obtiveram das antigas metrópoles poucos conseguiram obter a independência económica ( EUA, Canadá, Brasil) para outros não significou independência financeira e económica, muitos ainda dependem das antigas metrópoles para sustentarem se.
Na Inglaterra com a destruição da monarquia absolutista, abolição das autoridades feudais e da aliança que tiveram a coroa e a igreja que mantinham a exploração sobre o povo, na igreja o povo pagava o dízimo, nos senhores feudais pagava 70℅ dos bens produzido nas terras agrícolas que os senhores feudais herdaram como herança da coroa, quase que os camponeses não tinham nada devido esta exploração Feudal aliados da Coroa, com a destruição deste aparelho burocrático e explorador, contribuiu para que a burguesia chegasse ao progresso económico e industrial na Europa.
Muitos portos foram construídos, o comercio mundial se expandiu em vários lugares e regiões do planeta, depois que a burguesia assumiu um papel importante na actividade económica e passou a controlar os estados europeus.
A EXPLORAÇÃO DAS
MATÉRIAS PRIMAS NA ÁFRICA
Com a Revolução Industrial que surgiu na Inglaterra, abolição da escravatura e das monarquia absolutista, o comércio desenvolveu se, com a exploração do interior do continente africano, as tensões entre as potenciais colonizadoras africanas ascendeu dando origem as duas grandes guerras mundiais(1914-1918 e 1934- 1945).
As guerras mundiais trouxeram um grande entrave na economia capitalista( economia de mercado) e a depressão da bolsa de valor dos EUA também contribui em 1929.
Depois da I e II Guerra - Mundial terminarem, os mercados europeus voltaram a se reajustar, os governos criaram condições favoráveis para que os indivíduos criassem suas próprias empresas.
Uma das grandes vantagens é que este tipo de economia, todo mundo pode participar na actividade económica e pode ser um agente económico, os mercados locais ficam todos abastecidos por produtos industrias, e com uma facilidade de produção, e de trocas comerciais mais rápida e evoluída.
A grande desvantagem é que se não houver uma entidade fiscalizadora, os mercados nacionais podem ser controlados pelas multinacionais, produtos caducados podem estar a circular nos países, por vezes o país acaba por perder sua independência económica, uma vez que nem sempre as regras fixadas pelos estados locais são respeitadas pelas empresas.
A economia dos países africanos é uma economia que depende 100% da exploração de minérios, como ouro, gás; petróleo; ouro; diamantes entre outros recursos, muitos desses recursos provém a receita dos Estados africanos.
Após a descolonização da África, devido o colonialismos que sofreu durante 400 anos, os países africanos ficaram totalmente enfraquecidos.
Muitos países produtores de bens agrícolas caíram , a maioria da força produtiva foi levada para outros continentes: Europa e América, sua força de trabalho ajudou no desenvolvimento económico e na construção de infraestruras desses países.
ECONOMIA DOS REINOS AFRICANOS
Na África imperial( Reino do Kongo, Ndongo, Matamba, Beni, Gana e da Monomotapa), as principais actividade eram a agricultura, a industria de ferro também estava activa, produziam se muitos bens materias de construção e instrumentos para a agricultura.
Produtos que estavam na base do desenvolvimento das actividades comerciais Africanas foram: Bana, Massango, Feijão, Produção de Óleo de Palma, Armas, Enxadas, Catanas, a Criação de Gado, a Pecuária entre outros.
Com a chega dos europeus, muitos reinos africanos ficaram enfraquecidos, as culturas agrícolas foram substituídas por culturas europeias, o tráfico de seres humanos danificou os reinos africanos, cujo as consequências se fazem ainda sentir nos dias de hoje.
Os próprios reis africanos colaboraram com europeus para enfraquecer seus reinos e suas estruturas económicas, devido as suas ambições e entregas total neste negocio lucrativo de seres humanos, sem contar com as consequências que estavam para chegar.
As guerras de razia entre os africanos durante os 5 séculos de ocupação e colonização promovidas pelos europeus para obter escravos, e a exploração da sua força de trabalho, como também os recursos, a África ficou parada e a força de trabalho que seria o factor decisivo para o desenvolvimento da África foi privada.
OS ESTADOS MODERNOS
Na maioria dos países africanos os estados são ditatoriais, não respeitam os direitos humanos, as guerras tribais e o conflito interétnico tem contribuído para o atraso económico do continente.
Com as guerras civis e a violência das autoridades contra a população, faz com que poucos agentes económicos nacionais e internacional invistam nos países africanos devido a instabilidade económica, por sua vez a industrialização também não se faz sentir.
As terras agrícolas estão sendo habitadas, o número das populações está sempre em crescimento, os governos tenhem contraído muitos empréstimos, a maior parte da população é pobre, e se encontra fora do ensino escolar. Todos estes factores são indicadores que coloca o continente africano fora da competitividade comercial internacional.
As economias da África actualmente encontram se sobe o domínio das explorações das multinacionais, que exportam para continente africano centenas de produtos, que não são espessionados pela falta de laboratórios alimentares nesses países, é o caso do país africano Angola, alguns analistas até dizem que a dependência económica de África tornou o continente africano um aterro sanitário dos resíduos industriais dos países mais industrializados do mundo.
A ministra da ANIESA um órgão de expensão das actividades comerciais e económicas do país, havia dito que o país não têm um sector( Laboratório), de expensão de produtos que provêm do exterior.
Isto nos dá uma prova clara que ainda as economias dos países africanos são economias emergentes, e são economias dependentes de outros continentes, produtos alimentícios como: Massa, Óleo, Arroz, Fuba, Sabão, Biscoitos, Rebuçados, Açúcar, Conservas não são todos os países que produzem, ainda são importados do exterior.
QUAIS AS ESTRATÉGIAS ADOPTAR
PARA RETIRAR A ÁFRICA DA
DEPENDÊNCIA ECONÓMICA DO
EXTERIOR
Para se industrializar a África precisa se de muito apoio financeiro e investimentos nos sectores de infraestruras( Rodovias, Edifícios, Escolas, Hospitais, Energias Eléctrica, Barragem Hidroeléctrica, Agricultura, Tecnólogias de Inovação) em fim.
Este é um factor dinamizador que os governos locais tinham que adoptar e aplicar capital financeiro para o desenvolvimento do continente.
Estes são sectores chaves que ajudariam a maior parte da juventude africana a se mantiver no continente e não imigrar dos seus respectivos países achando que em África nunca terá melhores condições de vida como em outros continentes.
Os governos e os Novos Estados( são estes estados que surgiram depois da descolonização de África) africanos não dão atenção nestes sectores, há queixa também de um índice elevado de corrupção, desvios de bens públicos na África, a burocracia é também um factor.
São praticas que impedem o alavancar da economia e diversificação económica destes países, a fome no continente africano é um grande problema que requer atenção, a ONU e a OMS tenhem trabalhado com as ONGs para ajudar as populações mais vulneráveis do continente no combate a fome e a pobreza, está também os empréstimos do FMI, com garantias de reembolso de longos prazo.
INVESTIMENTOS PÚBLICOS
DINAMIZADOR NA ÁFRICA
Angola e Moçambique são exemplos de países que tenhem beneficiado destes empréstimos do FMI e do BM para programas de manuntenção e reabilitações de rodovias e caminhos ferroviários para gerar crescimento económico e reduzir o índice elevado de pobreza que estes países africanos apresentam, e reunir condições para os países vizinhos que não tenhem o acesso ao mar, e ao mesmo tempo criar mercados externos na África, estes empréstimos que muitos dos países africanos tenhem recebido do Fundo Monetário Internaciol e do Banco Mundial o reembolso do empréstimo chega até ser demorado, para tal espera se que os governos africanos consigam reunir todas as condições necessárias para o desenvolvimento económico e social do continente.
PAÍSES AFRICANOS EM GUERRA
Os países africanos que actualmente suas actividades comerciais e económicas estão paradas devido a guerra são:
*República Democrática do Congo;
*República Centro Africana;
*Norte da Nigéria conflito religioso;
*Região de Cabo Delgado(Moçambique);
*Na província de Cambinda( Angola);
*No Sudão ( Exército Sudanês e os grupos paramilitares);
*Sara Ocidental( guerra civil);
*Líbia( guerra civil);
*Somália( grupos extremistas);
*Mali( guerra civil);
*Etiópia( Região do Tigrey).
Estas guerras são conflitos separatistas e étnicos muitos deles contribuem para o entrave das economias e desestabilização destas regiões e do país no geral, pós sectores chaves muitas das vezes que alavancam a economia do país estão nessas religiões em guerra e controladas pelos separatistas e rebeldes, muitos destes sectores foram destruídos devido a guerra. Pelo que será necessários bons diplomatas e especialistas, que possam convencer os africanos de que a guerra é um dos maiores inimigos que impede o desenvolvimento dos seus países, e que a paz, a harmonia e o entendimento entre os seres humanos é o único e verdadeiro caminho para a prosperidade financeira, económica e felicidade dos povos do mundo inteiro.
CONCLUSÃO:
África para atingir um desenvolvimento económico e sustentável precisa de: Investir na educação, ter um mercado aberto, reduzir a dependência de receitas do petróleo, apostar na agricultura, investimentos nos sectores terciários:
Escolas, infraestruras, estradas, barragens, energias eléctricas, dar água potável para a população, controlar a taxa de natalidade, produzir bens e serviços para o consumo da população, de modo que que as famílias africanas possam satisfazer suas necessidades, que os países africanos possam competir no mercado mundial, optar pelo caminho da paz do entendimento entre os povos e grupos étnicos locais em conflitos no continente.
Afinal de contas o que é um mercado?
O Mercado: É um local onde o público faz as suas troca de bens, serviços, mercadorias entre os agentes económicos nacionais e internacionais, usando assim meios financeiro ou capitais(dinheiro) Para facilitar as suas troca comerciais entre as pessoas ou agentes económicos.
A origem dos Mercados é muito Antiga. Na África, na Ásia, na Europa e no Continente Americano as comunidades destes continentes, nos seus respectivos países já faziam trocas entre os agentes económicos locais, até evoluírem para o resto do mundo.
Na África:
Desde a antiguidade antes da chegada dos europeus no continente africano, as comunidades primitivas que habitavam no continente, já praticavam o comércio local, cuja suas moedas de trocas eram conhecidas como Libongo e o Nzimbo, eram conchas do mar.
Estes recursos eram extraídos da Ilha de Luanda, eram propriedades exclusivas do reis do Reino e eram utilizadas como moedas de troca comerciais no Reino do Kongo, Ndongo e Matamba.
A História conta que eram Reinos ricos, poderosos, produzia se tanto, como na agricultura, como também no artesanato, tendo estes Reinos caídos com a penetração dos europeus no continente e os acordos comerciais estabelecidos entre eles.
Ásia
Os Árabes são conhecidos a nível mundial como os maiores comerciantes e agentes económicos que mais entendem sobre a economia e como funciona o mercado.
A História mostra que os árabes foram os primeiro a iniciar com o comércio de escravos, pedras preciosas, diamantes, canelas, Sisal e outros produtos que eram comercializados nos mercados europeus vindos da África, e vendidos a um preço muito elevado nos mercados europeus.
Na Europa
A Europa recebia produtos dos Árabes tirados de Africa e vendidos no continente. Com a subida destes produtos ( diamantes, escravos, canelas, sisal entre outros) Os europeus sentindo se sufocados com o preço elevadíssimo destes produtos vendidos pelos árabes em seus mercados, laçaram se na corrida e na procura destes produtos para suprimi-los devido o preço elevadíssimo em que eram vendidos no continente.
Assim deu-se o início da "Expansão Europeia" Portugal lançou se na corrida destes produtos, descobrindo o caminho marítimo para a Índia, onde os árabes também retiravam estes produtos posteriormente trazidos de barcos nos mercados europeus.
Depois outros países do continente também laçaram se na corrida destes produtos, começando assim o comércio de tráfico de seres humanos, diamantes, matéria primas entre outros que deu origem as grandes nações poderosas e economicamente como França, Reino Unido, Bélgica entre outras nações do continente.
No Continente Americano
O continente Americano na era colonial foi também um grande mercado de trocas comerciais, tanto de mercadorias como de escravos vindo da África que eram vendidos aos fazendeiros da América para trabalharem em minas de carvão, ouro, plantação de cereais entre outros produtos que a Europa precisava para trocas comerciais e satisfação das necessidades populacionais.
NA ACTUALIDADE
Com a revolução Industrial que surgiu na Inglaterra e a Revolução Francesa o comércio de escravos foi abolido e os mercados sofreram profundas transformações, com a revolução tecnológica e com o aumento da procura por parte da população para a satisfação das suas necessidades novos mercados foram desenvolvidos.
TECNOLOGIA
Com a nova era, ou a civilização actual, as empresas multinacionais que se dedicam no comercio de meios tecnológicos e electrodoméstico "Ferro de Engomar, Aparelhos de Sons, TV, Telefones, Tabletes, Electrónicos" Entre vários produtos disponível no mercado, estas empresas expandiram, se para outros mercados de trocas comerciais (Países,Regiões,Territórios) com outros agentes económicos que se encontram noutros continentes, a isto chamamos de resto do mundo.
INTERNET
A internet hoje servi também como um dos mercados virtuais, tecnológicos que facilitou ainda mais as trocas comerciais.
Muitas empresas usam a internet para divulgarem os seus produtos. É a razão de hoje temos muitos sites e páginas de empresas disponível na internet, propriamiente nas redes sociais para dar a conhecer aos bilhões de usuários que se encontram dentro das plataformas digitais, que muitos produtos estão a venda caso haja interesse por parte de um usuário quiser adquirir um produto da empresa.
Mercado Físico e Mercado Digital
O Mercado Digital: As pessoas pensam que a internet é só um local de ver videos engraçado, ouvir ou baixar músicas, se divertir com o que os amigos, partilham videos e enfim, a verdade é que a internet é um local onde muita gente procura bens e serviços, você também pode publicitar ali seus negócios no: Facebook, YuTube, Twitter, Tiktok, com também você pode usar o Google que sempre foi uma das plataformas digitais mais acessada do mundo.
O Mercado Físico: É o mercado local onde podemos encontrar diversos produtos físicos como: cereais e as hortaliças, é o local onde colocamos ali o nosso produto físico e esperamos que alguém venha comprar o produto, nós ter anunciado o produto ou mercadoria em uma plataforma digital. Espero que tu tenhas entendido o que é, e como funciona o mercado.
A Moeda: É um meio utilizado pelos agentes económico para fazer a troca comercial, esta pode ser físico( papel) ou metálico( ferro).
Ela desvaloriza se quando há muita oferta da moeda no mercado monetário e enfrenta uma procura muito menor pelos agentes econômicos, quando as importações superam as exportações, estes dois factores fazem com que a moeda perde o seu valor no mercado.
As actividades comerciais são antigas, e o ser humano sempre teve a necessidade de efectuar trocas de produtos, bens, serviço entre outros.
Antes das moedas existiu uma troca comercial que se chamava( Permuta), era uma troca que consistia em trocar um produto pelo outro.
Os Árabes antes da colonização do continente africano, saiam de suas terras do norte vinha até a África Subsariana, fazerem seus negócios com os antigos Reino Africanos, cujo a permuta vigorou por muito tempo, isto no século X e XI.
PRODUTOS TROCADOS
Ouro, Sal, Sisal, Inhame, Óleo de Palma, Jóias, Tecidos, Panos entre outros. Não havia moedas naquela época apenas trocas de produtos que um povo não possuía por um outro que um determinado povo possui.
Quem tem sal e precisa de tecidos trocava com aquele que possui tecidos, os que precisam de tecidos trocavam com aquele que possui óleo de palma e assim funcionava as trocas entre os árabes do norte de África e os Reinos africanos.
Com o passar dos tempos o reino do Kongo fazia suas trocas comerciais usando o Nzimbo eram conchas do mar extraídos na ilha de Luanda, era propriedade exclusiva do Rei do Kongo.
Estes reinos nos ensinam que a produção é a chave para alavancar a economia seja de um: Reino, País, Estado ou Nação.
O Reino do Kongo era tão poderoso que a agricultura era a principal actividade económica, produzia se com abundância: Bana, Abacaxi, Amendoim, Dendém, Feijão, Batata, Mandioca, Massambala entre outros produtos que eram comercializados nos mercados locais e públicos que eram organizados pelos camponeses e comerciantes.
Também associação de ferreiros existia nesse Reino, construía se armas e matérias para a agricultura e para as suas construções de habitações.
NA ACTUALIDADE:
Estes meios de trocas comerciais já não se fazem sentir, ficaram para a História, os estados modernos e soberanos existentes substituíram: A permuta, o Nzimbo e o Libongo como meios de trocas comerciais, pelas moedas físicas e metálicas como descrevemos no começo do texto.
A produção de produtos e o consumo cria uma economia estável e segura para garantir a sustentabilidade do estado, país ou da nação inteira. Quando o país não produz, também não haverá valorização da moeda, um país não pode apenas viver de importações.
Um país precisa produzir bens e serviços que precisa ser exportados para estabilizar a balança comercial nacional. Porque quanto mais o país produzir mais haverá consumo e os bens e serviços baixam o seu preço dos bens.
A moeda para ser valorizada é necessário que os agentes económicos do país produzam e consomem.
O BAIXO ÍNDICE DE PRODUÇÃO DE BENS E SERVIÇOS NA ÁFRICA
As nações africanas tem ainda um grande problema com a produção de bens e serviço, isto devido a falta de indústria, fábricas, pouco investimentos nos sectores chaves como: Agricultura, educação, saúde, ciência e tecnologias de ponta para a produção de bens e serviço.
Depois dos europeus explorarem o continente durante 400 anos, após a descolonização do continente, as guerras civis e tribais ou conflitos interétnicos que assolaram o continente depois da proclamação das suas independências destruiu o sistema produtivo dos países africanos.
DESVALORIZAÇÃO DA MOEDA
NOS PAÍSES AFRICANOS
Actualmente os países africanos como Angola, Moçambique, Zimbábue a agricultura não se faz sentir em grande escala, apenas a agricultura doméstica, quase que estes países só vivem de importações de produtos, as industriais estão paradas a anos, e o único sector produtivo desses países é a indústria de petróleo o qual os governos desses países vendem e arrecadam receitas para importar alimentos e diversos produtos.
O DESEEMPREGO
Com a maior parte da juventude desempregada, com a fome, a falta de indústria muitos países africanos estão parados no subdesenvolvimento, é o motivo pelo qual as moedas encontram sempre desvalorizadas no mercado cambial face o euro e o dólar norte americano.
As guerras, a pouca produção, o desemprego juvenil, fazem perder a valorização da moeda, porque a guerra destrói infraestrutura: Fábricas, pontes, escolas, bancos, enfraquece o sistema produtivo de qualquer nação, destrói culturas agrícolas. Por isto a África tem moedas muito desvalorizadas.
CONCLUSÃO:
As actividades comerciais já existe desde a antiguidade, as primeiras moedas de trocas comerciais variam de país para país, a guerra, a pouca produtividade, o excesso de importações, a dependência apenas de um sector produtivo para arrecadar receitas, ignorando outros sectores contribui para a desvalorização da moeda de qualquer país.
Outros países do mundo como os Estados Unidos de América, da Europa e da Ásia têm a moeda mais valorizado do mundo utilizadas nas trocas comerciais mundiais e locais, é devido o sector produtivo destes países, tenhem um sistema produtivo que não pará, está sempre em funcionamento e abastecendo com bens e serviços os mercados locais e exportam estes mesmos bens e serviços para os países do terceiro mundo( Africanos e Medio Oriente) com relação aos países africanos e do Médio Oriente.
O QUE É UM MUNDO MULTIPOLAR
É a expressão e designação da existência no mundo de vários pólos do globo terrestre com poderes económicos, políticos e militares. E com intuito de que nenhum país possa invadir, dominar, controlar os outros e exercendo pressões para que estes possam ser submissos apenas a uma única potência( país forte económico e militar)
O Multipolarismo também tem sido um debate no quotidiano e uma ideologia de fendida pelos intelectuais, ideólogos, que acreditam que o nosso mundo não precisa apenas ter uma única potência mundial capaz de mandar o mundo completo.
Isto implica, que o país unipolar( potência única) não pode estabelecer monopólio exclusivo, tanto da força militar, como económica afim de exercer seu poder e influência a nível mundial incluindo o domínio dos países, introduzindo a sua cultura, hábitos, costumes, modo e estilos de vida para as outras nações, línguas e tribos mais distante de seu território.
O multipolarismo hoje é uma realidade nas sociedades contemporâneas, desde a I Grande Guerra-Mundial( 1914-1918) até a II Guerra-Mundial(1918-1945) muitos países foram destruido apenas os EUA saiu como a única potência mundial.
Depois de surgir a Guerra Fria entre duas grandes potências mundiais no caso foram os EUA e a URSS( União das Réplicas Soviética e Socialistas) os EUA mais uma vez sai como única potência mundial com a queda da União das República Soviéticas e Socialistas( URSS).
Depois da invasão dos EUA ao Iraque, Afeganistão, Líbia, Síria, o mundo tem mudado para o multipolarismo( Mundo Multipolar) temos assistido entre as nações tem existido uma grande necessidade de aumento da capacidade militar.
Muitos países optaram por criar bens e serviços, apostar forte na educação, economia, saúde e equipar os seus exércitos com tecnologia capazes de se deferem de qualquer tipo de ameaça ou de invasão externa de uma outra potência mundial, isto implica um equilíbrio das esferas de poder do globo terrestre. São estas acções que nos levam a acreditar que o mundo actual, está se tornando ou evoluindo para um mundo multipolar como exemplos temos os seguintes países:
*A China:
Um país que nestes últimos tempos tem aumentado sua capacidade politica, económica e militar, é um dos maiores fornecedores de produtos a nível mundial, e tem emprestado muitos valores aos países em via de desenvolvimento como em ( África).
Coreia do Norte: Um dos países mais isolados do mundo, neste últimos anos têm investido quase maior parte do seu orçamento ao poder bélico.
Índia: É uma das potências mundiais, este país possui armas nucleares.
Irão: Também têm desenvolvido e equipado o seu exército com tecnologias modernas, tem uma reator nuclear, que Israel tem acredita que o Irão irá desenvolver armas nuclear em qualquer momento, embora este país alega que este microprocessador de energia nuclear é apenas para o desenvolvimento de energia eléctrica.
Paquistão: É um país da Ásia que também possuí armas de destruição em massa( nuclear).
Rússia: Na parte Asiática, muitos falam que a Rússia é o legado deixado pela URSS( União das República, Soviéticas e Socialistas), têm um dos maiores exércitos do mundo, conta com mais de 100 Ogivas nuclear.
Na Europa temos países poderoso e económicos, que depois da segunda Guerra Mundial, que devastou suas economias, beneficiaram de um plano Marshall dos EUA, que ajudou a desenvolver suas economias exemplo temos os seguintes países:
*A França;
*Itália;
*Alemanha;
*Reino Unido;
*Bélgica entre outros países.
Alguns países da Europa são países que financeiramente ou economicamente possuem economia estável.
No Continente Americano temos:
Os EUA: Um país com uma grande capacidade militar bélica, com desenvolvimento de armas nuclear de última geração, o país também possuí uma das moedas que serve de referência nas trocas comerciais a nível mundial, esta moeda tem servido para medir o PIB( Produto Interno Bruto) de muitos países e na comparação do índice de desenvolvimento humano( IDH).
Temos o Brasil: Um país com maior índice na actividade agrícola, também é considerado um dos paises possuídor de um dos maiores exércitos do mundo, participa das missões de paz da ONU( Organização das Nações Unidas) em África e noutras regiões do mundo.
Canadá: Um dos países com uma economia estável, membro da Organização das Nações do Tratado do Atlântico Norte (NATO). Diversas nações vão surgindo por isto é que muitos defendem que o mundo de hoje é um mundo multipolar.
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O Microcrédito: Refere se ao empréstimo de um montante de valor monetário a alguém, para que esta pessoas invista o capital recebido nos seus projectos, sobe condições de reembolsar o valor que recebeu emprestado com juros baixos para a empresa, banco, e de uma pessoa que emprestou o valor.
Juros: É o valor que é acrescentado ao montante do valor emprestado por alguém em uma pessoas, através do reembolso do empréstimo, também pode ser o prémio recebido por emprestar algum dinheiro.
O OBJECTIVO DO MICROCRÉDITO
O objectivo principal e fundamental consiste em emprestar dinheiro nas pessoas pobres e em condições de vulnerabilidade a sair da pobreza extrema que se encontram, da dependência financeira de alguém para desenvolver os seu próprios projectos.
Então o microcrédito visa ajudar estes tipos de pessoas, a conseguir um capital para que depois dela desenvolver seus projectos possa reembolsar o crédito que lhe foi atribuídos com alguns juros.
O microcrédito também é um dos projectos sociais, desenvolvidos para o combate a fome, a pobreza que têm gerado guerras a nível nacional e mundial.
Muitas instituições financeiras mundiais tem concedidos microcrédito aos governos de vários países, a nível do mundo para combaterem a fome, o desemprego e a pobreza que tem gerado uma catástrofe humanitária.
Temos exemplo de alguns países como:
*Angola;
*Moçambique;
*Ilhas de São Tomé e Príncipe;
*Cabo Verde;
* Países Africanos, Asiáticos e da América-Latina.
Nesses países mencionados a situação de pobreza e desemprego é enorme, isto faz com que, o BM( Banco Mundial) e o FMI( Fundo Monetário Internaciol) desembolsam algumas quantias de valores monetários para que os governos locais desenvolvem suas economias e apostar na diversificação económica, com o objectivo de sair desta situação extrema.
O MICROCRÉDITO EM ANGOLA:
O microcrédito em Angola, ainda não é uma realidade porque a população do país não reune as condições necessárias, para receber valores das instituições financeiras(Banco) para o apoio financeiro de seus projectos.
A maioria da população é pobre e carece de muitas condições. O analfabetismo, a miséria, a pobreza extrema são ainda uma realidade em diversos países africanos.
Por sua vezes está população luta apenas pela sua sobrevivência, praticando actividades comerciais de baixa concorrência como: comércio informal, caça, a pecuária artesanal e agricultura doméstica, estes factores fazem com que as instituições financeiras não entregam o microcrédito a estas pessoas.
Por sua vez as guerras tribais, os conflito interétnicos contribui para a incerteza do investimento nesses projectos sociais, que tiraria muitas pessoa da pobreza.
Exemplo de um grande microcrédito foi o Modelo de Yunus:
É considerado uma das armas mais fortes na luta contra a pobreza mundial, estabilidade e paz no mundo, ficou conhecido no ano de 2006. Receberam o prémio Nobel da paz na luta contra a pobreza no Bangladesh, Mohamed Yunus e Grameen Bank.
Tiveram um grande êxito na luta contra pobreza no Bangladesh, na década dos 70 do século XIX, quando Mohamed Yunus emprestou cerca de 27 dólares para 42 mulheres montarem seus negócios autónomos ( independentes) de móveis de bambu, passando algum tempo Yunus recebeu o reembolso dessas 42 mulheres do Bangladesh com juros.
Dali Mohamed Yunus sempre trabalhou com o microcrédito concedido as pessoas pobres com projectos sociais, o modelo de Yunus cresceu para 60 países.
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INTRODUÇÃO:
O estado pode ser uma sociedade humana que na qual cria seu modo de vida, suas normais e leis, a forma como eles irão caminhar rumo ao seu desenvolvimento e estabilidade.
ACTIVIDADE E AGENTES ECONÓMICOS:
O ESTADO
Definição: Existem muitas definições sobre o que é o estado, não se preocupe pós neste post nos iremos definir o que é o estado de uma forma bem simples e compreensível.
O estado é a forma administrativa de uma nação pode ser povo, tribos, clã, Apolis ou seja como eles estão organizados, onde eles se encontram ou se localizam.
A forma como as comunidades humanas estão organizadas administrativamente é muito antiga, ela começou desde a antiguidade, quando o homem ainda vivia em cavernas, ou seja o homem era um ser primitivo.
Depois o homem deixou de ser nómada e passou a ser sedentário, devido a descoberta da agricultura, do fogo, das terras férteis e das sementes que se desenvolviam em outras plantas.
Depois dessas grandes descoberta, o homem descobre também o fogo, algo que mudou o percurso de sua história, com o fogo, ouve uma grande necessidade do homem criar uma comunidade onde eles poderiam viver em grande harmonia e evitando assim confrontos entre aqueles que habitavam nesta mesma comunidade.
As monarquias, que posteriormente se tornaram em absolutistas na Europa feudal, os reis da Antiga Grécia, e da Pérsia ( actual Irão), os Reinos do Congo(Angola e República Democrática do Congo), Ndongo,Matamba, Ovibundos e outros reinos que surgiram eram a forma como os estados. antigos estava organizado, hoje surgiu novos Estados, que são os Estados de Direito e Democráticos.
O estado será sempre uma organização humana que dentro de um território criam seus próprios decretos para poderem se governar, de modo a evitar conflitos entre ambas as partes ou grupos sociais.
FAZEM PARTE DO ESTADO OS SEGUINTES ELEMENTOS E ÓRGÃOS:
*Assembleia da República;
*O Presidente da República( pessoa que representa o estado e defende os interesses do estado)
*Os tribunais nacionais;
*O território nacional;
*As administração públicas(locais ou provinciais)
*Os serviços de Defesa e Segurança nacional;
*Os Serviços Sociais( Bancos, Empresas Privadas ou Públicas, hospitais, escolas) .
Todos estes órgãos mencionados ajudam o estado ou a comunidade humana a regular os conflitos entre ambas as partes enquanto viverem em união e em sociedade, por isto é que são chamados órgãos de soberanias( tem toda a competência e legitimidade ou direito de gerir os interesses da comunidade) e instituições do estado.
Função do Estado: Existem diversas funções do Estado aqui mencionaremos três (3) funções do estado de acordo com o Adam Smith um dos primeiro ideólogos do capitalismo:
*Proteger a sociedade da violência e da invasão de forças estrangeiras;
*Estabelecer uma rigorosa administração capaz de proteger o indivíduo das injustiças sociais e da opressão;
*Manter e criar instituições fortes que visam ajudar o indivíduo a satisfazer suas necessidades, e que não beneficie apenas um grupinho de indivíduos da sociedade.
Nota: O estado foi instituído, criado para salvaguardar o interesse público, evitar conflitos sociais, proteger a vida humana, facilitar a compreensão e o entendimento entre os diversos grupos sociais
O PAPEL DO ESTADO NA ECONOMIA
O estado entra na actividade económica concorrendo assim com os particulares, devido a devastação que a 1° e a 2° Guerra Mundial(1914-1918) á (1939-1945) causaram na economia.
Também a Grande Depressão das bolsas de valor dos EUA( Nova York ) em 1929 causou na economia mundial.
Como a economia de mercado não é todas as vezes que se respeita as leis do mercado, a concorrência por vezes chaga até ser desleal, o estado aparece na actividade económica para fiscalizar, criar condições que permitem a equidade, estabilidade e satisfação das necessidades básicas da população funcionar.
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